VISITAS HISTÓRICAS E PATRIMONIAIS: O PORTO

Setembro 3, 2019

Se tem um grupo (de empresa, amigos, aniversariante…) e deseja conhecer melhor o Porto, a sua História e o seu Património, através de um percurso a pé pela cidade com o historiador Joel Cleto, contacte-nos e indique que percurso desejaria fazer. Eis alguns exemplos (para visitas de cerca de duas horas e meia):

1 – A IDENTIDADE PORTUENSE I.  Da Praça da Liberdade à Ribeira através da área classificada como Património da Humanidade

(Introdução à História, ao Património e à Identidade da cidade. Porque é que o Porto é a Invicta? Qual a relação do dragão com a cidade? O que foi o Cerco do Porto? Como e onde é que o Porto surgiu e como é que se desenvolveu? Como surgiu a velha relação do Porto e Inglaterra? Qual o papel do Porto na origem e consolidação de Portugal? Qual o papel dos mercadores e burgueses do Porto na afirmação da cidade? Qual a importância da Ribeira? Por onde passavam as muralhas da cidade?)

Ponto de encontro: Praça da Liberdade. Conclusão: Praça da Ribeira

Percurso: Praça da Liberdade, Estátua D. Pedro IV, o Palácio das Cardosas, Igreja dos Congregados, Estação de S. Bento, Miradouro dos Pelames, Rua do Souto, Rua Escura, “Casa dos 24”, Sé, Miradouro dos Grilos, Rua das Aldas, Rua e Largo da Penaventosa, Rua e arco de Santana, Rua da Banharia, Rua dos Mercadores, Praça da Ribeira.

 

2 – A IDENTIDADE PORTUENSE II.  Da Ribeira à Torre dos Clérigos através do morro da Vitória

(Introdução à História, ao Património e à Identidade da cidade. Um percurso pelo morro do Olival. Quando, onde e porquê surgiu o Porto? A importância do Douro no desenvolvimento da cidade. Como surgiu o vinho do Porto e qual o papel da cidade na sua origem? Qual a ligação do Porto ao bacalhau? A importância do Porto na Expansão Marítima dos portugueses. Quais as relações do Infante D. Henrique com o Porto? A igreja de S, Francisco e o ouro do barroco. Qual a origem do Palácio da Bolsa? S. Domingos: durante séculos a maior praça do Porto. Onde ficava a judiaria e qual o papel dos judeus no Porto? Qual a importância e significado da Torre dos Clérigos?)

Ponto de encontro: Praça da Ribeira. Conclusão: Igreja dos Clérigos

Percurso: Praça da Ribeira, Postigo do Carvão, Casa do Infante, Muro dos Bacalhoeiros, Igreja de S. Francisco, Praça do Infante, Palácio da Bolsa, Largo de S, Domingos, Escadas da Vitória, Miradouro da Vitória, Rua da Vitória, Olival, Torre e igreja dos Clérigos.

 

3 – A IDENTIDADE PORTUENSE III.  Da Torre dos Clérigos à Praça Guilherme Gomes Fernandes, pelo lado de fora da muralha medieval

Da Cordoaria às Galerias. Um percurso com Enforcados, Camilo e Zé do Telhado, Virtudes, Ferradores e a estátua a um campeão mundial.

(Introdução à História, ao Património e à Identidade da cidade. Qual a história da Torre dos Clérigos? E a da Cadeia da Relação? Qual a origem das Taipas? E qual a curiosa origem do Passeio das Virtudes? A transformação do Olival na Cordoaria e a desta no atual jardim. A importância do café Piolho e sua ligação à Universidade do Porto que, na sua origem, está ligada a uma queda de cavalo da primeira rainha de Portugal. As igrejas do Carmo e dos Carmelitas e a casa mais pequena da cidade. Como é que o Largo dos Ferradores se transformou na Praça de Carlos Alberto? O General Sem Medo e a estátua a um campeão mundial de… bombeiros)

Ponto de encontro: Torre dos Clérigos. Conclusão: Praça Guilherme Gomes Fernandes

Percurso: Clérigos, Terreiro “Amor de Perdição”, Taipas, Passeio das Virtudes, Jardim da Cordoaria, Praça Gomes Teixeira, Praça Carlos Alberto, Rua Moinho de Vento, Praça Santa Teresa/Guilherme Gomes Fernandes.

 

4 – A IDENTIDADE PORTUENSE IV.  Da Praça Guilherme Gomes Fernandes ao Largo e S. Domingos

(Introdução à História, ao Património e à Identidade da cidade. Porque é que esta praça já foi conhecida por Santa Teresa? E porquê Praça do Pão? E a rua da Fábrica, porque tem este nome? Que representa a estátua “O Porto”? Qual a relação do dragão com a cidade? Qual a história do Palácio das Cardosas e do convento dos padres Lóios? E onde ficava e porquê a Calçada da Natividade? Qual a fabulosa, e em alguns aspectos tenebrosa, história da rua das Flores?)

Ponto de encontro: Praça Guilherme Gomes Fernandes. Conclusão: Largo de S, Domingos

Percurso: Praça Guilherme Gomes Fernandes, Rua Santa Teresa, Rua da Fábrica, Praça da Liberdade, Palácio das Cardosas, Largo dos Lóios, Rua dos Caldeireiros, Rua das Flores, Largo de S, Domingos)

 

5 – MIRA…DOURO I.  Das Fontainhas à Ribeira. Um percurso na margem direita do Douro 

(ponto de encontro: junto à fonte das Fontainhas. Percurso: Alameda das Fontainhas, o S. João, ponte do Infante, topo da calçada das Carquejeiras, topo das escadas dos Guindais, muralha fernandina, igreja de Santa Clara,descida das escadas do Codeçal, ponte Luis I, evocação do Duque da Ribeira, ponte pênsil, “alminhas da ponte das barcas”, Barredo, Ribeira, Praça da Ribeira, Muro dos Bacalhoeiros, conclusão: postigo do carvão)

 

6 – MIRA… DOURO II.  Da igreja da Serra do Pilar à ponte Luis I. Um percurso na margem esquerda do Douro 

(ponto de encontro: no miradouro da Serra do Pilar, junto à igreja.( Visita à igreja e claustro). Descida ao jardim do morro, descida à capela e ruínas do Senhor d’Além, Ponte Luis I, e marginal das caves do vinho do Porto).

 

7 – O PORTO E O NATAL.  Da capela dos 3 Reis Magos à igreja do Pai Natal. Um percurso natalício na cidade 

“O Porto e o Natal” e percurso terá início na Praça do Infante (junto à estátua do Infante D. Henrique), descendo até à igreja de S, Nicolau (ou do Pai Natal). Daí prosseguiremos subindo para a Praça através da Rua das Flores, desembocando no Largo dos Lóios e Rua dos Clérigos (antiga calçada da Natividade), terminando no local (Avenida dos Aliados) onde existiu uma capela dedicada aos 3 Reis Magos. Ao longo do caminho iremos abordando outros temas “natalícios” .

 

8 – OS SANTOS POPULARES E PADROEIROS DO PORTO.  Da Sé a Miragaia. Um percurso pelos santos populares e padroeiros do Porto

Para lá do santo “mais popular” da cidade – S. João – , o Porto conheceu ao longo da sua história três santos padroeiros, mergulhados em fabulosas lendas e com marcas patrimoniais bem vivas na cidade: S. Vicente, S. Pantaleão e Nossa Senhora da Vandoma.

Ponto de encontro: Terreiro da Sé do Porto. Conclusão: Igreja de Miragaia

Percurso: Terreiro da Sé, Calçada da Vandoma, Miradouro dos Grilos, Rua das Aldas, Rua da Penaventosa, Rua de Sant’Ana, Rua da Banharia, Rua dos Mercadores, Praça da Ribeira, Rua da Alfândega Nova, Arcos de Miragaia, Rua Arménia.

 

9 – O CASTELO DE GAIA E A LENDA DO REI RAMIRO.  Do mosteiro Corpus Christi a uma das mais belas paisagens do Porto

Um percurso por uma das mais antigas lendas da região e pelas origens de Gaia e do Porto. Pretexto para uma subida ao morro do Castelo e às memórias do Cerco do Porto, com uma das mais belas perspectivas sobre a cidade.
Ponto de encontro: no exterior do Convento Corpus Christi (marginal de Gaia, Praça de Aljubarrota)
Conclusão: junto aos estaleiros dos barcos rabelos, na marginal de Gaia

 

10 – MATOSINHOS. ORIGENS HISTÓRICAS E LENDÁRIAS.  Da praia de Matosinhos ao santuário do Bom Jesus de Matosinhos

 

11 – O PORTO DE COLAÇO.  De S. Bento a Fradelos. Um roteiro pela arte e azulejos de Jorge Colaço

Um dos mais fabulosos criadores de azulejos de todos os tempos, Jorge Colaço, é autor dos painéis de azulejos do Palácio do Buçaco, de diversas estações de caminho de ferro, do Palácio dos Desportos em Lisboa, do Estádio do Vasco da Gama no Rio de Janeiro, do Palácio da Organização Internacional do Trabalho em Genebra, no Palácio de Windson em Londres, e em muitos outros locais em Portugal e no estrangeiro. Mas, aquela que é considerada a sua obra-prima encontra-se no Porto: os azulejos da estação de S. Bento. Mas, no Porto, ele é também autor de outras intervenções, de que são exemplo os painéis das igrejas dos Congregados e de Santo Ildefonso e de uma esquecida capela no centro da cidade: a de Fradelos. À boleia de Jorge Colaço o desafio é um percurso que passará, entre outros, pela igreja dos Congregados (recordando a bomba que aí não explodiu em 1927), pela estação de S, Bento (oportunidade para recordar a curiosa história da sua construção), a rua 31 de Janeiro (percebendo o porquê de já ter sido designada por rua de Santo António), a igreja de Santo Ildefonso, a rua de Santa Catarina e a capela de Fradelos.  

Ponto de encontro: Praça da Liberdade

Conclusão: Capela de Fradelos, na rua de Sá da Bandeira, na base do siloauto.

 

12 – O PORTO NOS CAMINHOS DE SANTIAGO.  Da Sé à surpreendente e única igreja consagrada a Santiago no Porto

 

13 – UMA VILA ADORMECIDA A CEM LÉGUAS DO PORTO. Um percurso pela Foz Velha, do Passeio Alegre ao busto de Camões

Um percurso pela Foz aristocrática, burguesa, balnear, marinheira e militar.

 

14 – À BOLEIA DA “MÁQUINA”. Pela Foz através do antigo percurso da “máquina”. Da Ervilha ao alto do farol da Sra da Guia

 

15 – HISTÓRIA E LENDAS DO MOSTEIRO DE LEÇA DO BALIO. Do Santo Homem Bem Cheiroso ao primeiro casamento real de amor 

 

16 – MASSARELOS E OS CAMINHOS DO ROMÂNTICO. Do cais dos Insurretos ao surpreendente caminho dos moinhos

Ponto de encontro: na marginal do Douro, junto ao painel de azulejos nas traseiras da igreja de Massarelos
Conclusão: Massarelos, junto ao Museu do Carro Eléctrico.

17 – PELAS MARGENS DO ÚLTIMO AFLUENTE DO DOURO. Um percurso em Lordelo, da queda de água da Granja à ilha do Frade

 

18 – NA TERRA DOS CORNOS GRANDES. Do Carvalhido a Requesende, com passagem pela Prelada

 

19 – A FONTE DAS SETE BICAS. Um percurso de metro da Boavista à Senhora da Hora

 

20 – A BOAVISTA. História e Património da rotunda e das ruas afluentes

 

21 – O “MISTÉRIO” DA TORRE DA MARCA. Do Largo da Maternidade aos jardins do Palácio de Cristal

 

22 – HISTÓRIAS DO PARQUE DA CIDADE. Do núcleo rural de Aldoar ao Castelo do Queijo.

 

23 – A IGREJA CEDO… FEITA. Da Praça Carlos Alberto à igreja românica de S. Martinho

De Carlos Alberto a S. Martinho … de Cedofeita.

 

24 – ESTRANHAS HISTÓRIAS DO PORTO . Percurso noturno da Ramada Alta ao cemitério da Agramonte, com uma casa assombrada pelo meio

 

25 – PELOS PASSADIÇOS DE MATOSINHOS I. Da Casa de Chá da Boa Nova ao Obelisco da Memória

Um percurso pelos passadiços, com frades, náufragos, nazis, surfistas, piratas e libertadores

 

­26 – PELOS PASSADIÇOS DE MATOSINHOS II. Do Obelisco da Memória à Praia de Angeiras

 

27 – MEMÓRIAS DO CERCO DO PORTO. Da Praça da Liberdade ao coração de D. Pedro na Lapa (com passagem pelo quartel Sto Ovidio)

 

28 – CÉLEBRES FONTES EM FAMOSOS JARDINS. Do jardim de S. Lázaro aos jardins do Barão Nova Sintra

 

29 – PARA LÁ DA CANCELA VELHA: PELAS LICEIRAS AO TERREIRO DA ERVA. Um percurso sobre as origens da igreja e Ordem da Trindade

 

30 – DOS MAIS ALTOS LUGARES DA CIDADE. Um percurso da Praça do Marquês ao Museu da Cooperativa dos Pedreiros

 

31 – ENTRE FRANCISCANOS E ARISTOCRATAS. Da Conceição a Santiago. Um percurso pelas quintas de Leça da Palmeira

 

32 – O PORTO DE CAMILO. Um percurso da Praça à cadeia da Relação e Museu Judicial

 

33 – A ESTRADA DA LIBERDADE . O percurso do Exército Libertador na sua entrada no Porto. Do Carvalhido ao Museu Nacional Soares dos Reis

 

34 – O MISTERIOSO MONTE S. BRÁS. Um percurso na aldeia mais próxima do Porto: Santa Cruz do Bispo

 

35 – MATOSINHOS SUL. Dos Paços do Concelho à “Anémona”, com a memória industrial conserveira e a Casa da Arquitetura

 

36 – PEREGRINAÇÃO ÀS PORTAS DO PORTO, RUMO A COMPOSTELA . De Sto Antoninho do Telheiro ao mosteiro de Leça do Balio

 

37 – SEGUINDO O RIO DE VILA, DE MIJAVELHAS À SUA FOZ. Um percurso do Campo 24 de Agosto e Bolhão  à Ribeira

Um percurso ao longo do qual se desvendam, entre o Campo 24 de Agosto e a Ribeira, com passagem pelo Bolhão, as histórias e o antigo vale e trajecto do rio que, durante séculos, dividia a cidade a meio. E que, nos nossos dias, continua a correr sob os nossos pés
Ponto de encontro: Praça 24 de Agosto, junto à entrada para o Metro
Conclusão: Praça da Ribeira.

38 – O PORTO DE NASONI

 

39 – O PORTO DE EIFFEL. Um percurso pelas marcs e memórias da passagem de Gustavo Eiffel pelo Porto e Norte de Portugal.

Nesta visita é dado destaque à Ponte Maria Pia e  ao gabinete “musealizado” do Engenheiro no Palácio da Bolsa. Pretexto  também para abordagem a outras relevantes obras da arquitetura e engenharia do ferro no Porto, como a ponte Luis I, Mercado Ferreira Borges e a cobertura do Pátio das Nações do Palácio da Bolsa.

Ponto de encontro: na base da Ponte Maria Pia, na margem do Porto.
Conclusão: Praça do Infante

 

40 – NO TERRITÓRIO DOS PRIMEIROS PORTUENSES. O Porto das Antas e do Bonfim.

Um percurso onde se evocam os mais antigos habitantes do Porto e se passeia por vestígios da industrialização da cidade, das suas devoções e das memórias da Grande Guerra.
Ponto de Encontro: Av. Fernão de Magalhães, junto ao Hotel Nave
Conclusão: Campo 24 de Agosto.

 

41 – DA QUINTA DO COVELO AO MONTE PEDRAL. Memórias do Cerco do Porto num Vale Formoso

42 – PELAS MARGENS DO ÚLTIMO AFLUENTE DO DOURO     Um percurso em Lordelo, da queda de água da Granja à ilha do Frade
Ponto de encontro: junto ao hotel  HF Ipanema Park (rua de Serralves 124)
Conclusão: Miradouro de Santa Catarina (Largo de Santa Catarina)
Percurso: Rua de Serralves; quedas de água da ribeira da Granja, no bairro Pinheiro Torres; Parque de Lordelo; monumento a Vitorino Damásio, capela do Sr e Sra da Ajuda, monumento aos “Tripeiros”, foz da ribeira da Granja e ilha do Frade, rua das Condominhas, miradouro e capela de Santa Catarina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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